quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A vingança é um prato que se come...quente


Nesta segunda-feira após áspera discussão com o Bodão, quase chegamos as vias de fato, fomos convocados a prestar esclarecimentos a todos os demais sócios do Porto Alegre Futebol de Mesa. Deixamos claro, bem claro, que não teríamos mais condições de jogarmos no mesmo local.

O Gothe então decidiu fazer uma votação para definir qual dos dois seguiria frequentando o departamento. Por unanimidade escolheram o Bodão. Nelson Rodrgues já proclamava: a unanimidade é burra!

Na verdade, o Leon optou pela minha permanência, mas o voto dele foi anulado porque o simples levantar de quadril, na opinião dos outros sócios, não poderia ser considerado. É que o rapaz tava abaixado e engasgado brincando com o meu guri. E como o meu guri é imenso, as mão dele seguravam para dar equilíbrio ao seu frágil e delicado corpinho enquanto aquela santa boquinha trabalhava.

Mas eles se fuderam, além de sair de lá cantando Trocando em Miúdos, irei revelar nesse espaço, viva a democracia da internet, o plano macabro do Porto Alegre para conquistar todos os torneios em nível estadual da modalidade livre. A vingança senhores não é um prato que se come frio, se come quente, bem quente.


JUVENIL

Teríamos dois representantes. O Lucas, filho do Fábio, e o Leon. O lucas ok. É menor de dezoito anos, mas ainda inexperiente pois começou a jogar nesse ano. Já o Leon teria os documentos adulterados por um amigo do Di Leone e do Saul. O menino pelotense viria de Buenos Aires apenas para jogar o campeonato.

O cabelo loiro e uma leve barriguinha de chopp seriam os disfarces usados. O Bopp será o responsável pela transformação. Ele prometeu pintar até os pelos pubianos do Leon de clarinho para não haver suspeita da fraude. O Leon usaria o nome Richarlyson.


VETERANO

No veterano, são vários trunfos. Cada um obedecendo estratégia diferente. O Gothe daria discursos em meio aos jogos sobre reformas e objetivos da secretaria. Cá pra nós, como pouca gente gosta de política, ele mataria os adversários de tédio.

O eterno galã Paulo Fernando levaria fotos suas mais novo e na praia. Como vcs bem sabem têm vários botonistas que não são famosos pela masculinidade. Ao ver as fotos daquele pão na frente, ficariam desacorsoados e perderiam facilmente seus jogos.

O Fosca tomaria um vinho e contaria da importância de criar Calopsitas para a estabilidade do Planeta Terra. Tb contaria cada lance dos seus amistosos com o Pirênio. Mais adversários morrendo de tédio.

Mas a estratégia mais dantesca seria a do Pirênio. Ele anteciparia os jogos contra os mais fracos e marcaria as outras partidas para as três da manhã de quarta-feira, ou meio-dia de segunda. Azar de quem não fosse: wo neles.

EQUIPES

A equipe será formada por Di Leone, Moreira, Cristiano e Saul.

A estratégia é simples. Di Leone contará as suas histórias de surfista em Papeline, no Hawai. Os adversários vão morrer rindo.

Moreira não precisa de nada, só ele é suficiente para ganhar de qualquer um.

Cristiano vai lembrar o massagista da Argentina em 94. Levará água e refri "batizado". Para provar suas boas intenções sempre vai beber um gole antes, mas como ele é acostumado a jogar embalado não terá problema algum, já para o adversário...

Saul vai levar o Alemão da Geral e todos os seus amigos para a volta da mesa. Ninguém se atreverá a vencê-lo. Se isso não bastar, ficará questionando algo irrelevante para distrair os adversários.

Estadual

A estratágia é bem simples, dar uma vaga para o Moreira.

Taça RS

Idem ao Estadual.

Bem senhores, garças a deus eu rompi com esses mentecaptos e pude alertá-los do perigo que as demais associações corriam. Espero que as devidas sanções sejam encaminhadas a esses sujeitinhos.

OBS: Como eu os ameaçei com esse post, resolveram me deixar voltar para o Porto Alegre, mas com a punição de ser a mucama do Pirênio por meia horinha. ÓOOOOObvio que eu disse nãooooooooo, só voltaria se eu fosse a mucama do Pirênio pro resto da vida...e do Rafael Lima e do Maurício Cadore tb!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Hora de romper


Quando a Hortência em 96 e a Paula em 98 se aposentaram todo mundo sabia, até o Poliesti, que o nível da seleção brasileira iria cair. No primeiro momento, a Janete, a Alessandra e a Helen seguraram a barra ao lado de jogadoras úteis como a Cinthia e a Claudinha.

Em 2000, fazíamos uma olímpiadas regular com duas vitórias e três derrotas. Porém nas quartas de final o Brasil ressurgiu com força e venceu por um ponto a super favorita Russia. Na sequencia faturamos o bronze. O time figurou entre os quatro primeiros no mundial de 2006 e nos jogos olímpicos de 2004 (quarto lugar em ambos).

Daí a Janete largou, depois da derrota vexatória para o time universitário americano no Pan do Rio de Janeiro em 2007. A bronca era grande e está ficando enorme. O Bassul agarrou esse time com a pseudo estrela Iziane e levou até Pequim derrotando a Espanha lá dentro no pré-olímpico e depois batendo as cubanas no jogo decisivo.

A ala e pseudo estrela Iziane deu fiasco e foi deletada do time. Perfeito! Lá fomos nós para a terra dos bilhões de pessoas sem a vedete.

Os analistas de resultado gritariam do alto dos seu afetamento: mas ficamos em penúltimo lugar nos jogos olímpicos. Tudo bem cabeça, porém fizemos jogos parelhos em quase todas as partidas e perdemos sempre no detalhe.

Entretanto, o Bassul bailou na curva e veio esse espanhol que pratica um rodízio no mínimo estranho. Trouxe a Helen (97 anos) e a Alessandra (93) de volta ao time. As duas não precisavam passar por isso no estágio da vida onde se encontram.

Deixaram os netos em casa para passar vergonha na República Tcheca. E ainda, como não são beldades, dificilmente serão convidadas para as famosas surubas de Praga onde o Saul tanto já se deliciou nessa vida.

Iziane, de volta, não jogou nada até agora e não vai jogar porque ela se acha boa demais para defender a seleção brasileira.

Meu velho, é hora da ruptura. É hora de lamber as feridas e montar um time visando 2016. Esqueçam Londres, pensem no Rio de Janeiro, ainda dá tempo.

domingo, 26 de setembro de 2010

E o mundo segue


A vida segue seu curso normal.

O basquete feminino do Brasil perde.

O vôlei masculino ganha.

O Cristiano Carneiro é o líder do Troféu Porto Alegre.

O Grêmio não corre risco de rebaixamento.

O Feijão vence o chalenger de Bogotá.

Transei com uma ninfomaníaca na sexta.

Não peguei ninguém no sábado. Fui pela primeira vez no tal de Chips. Fora o som que até é mais ou menos, rola umas discos bem bacana, mas o lugar é pra fuder o cú do palhaço de tão brega. Entretanto como sou o paradoxo em pessoa ainda irei mais vezes lá.

Acabei a noite bebendo sozinho no balcão do Marinho sem dirigir a palavra a ninguém e ouvindo uma hippie tardia que não tocava nem cantava porra nenhuma.

Vi de novo Bastardos Inglórios no 61.

E li todos os blogs de futebol de mesa.

Joguei bola no sábado à tarde. E embuxei no fim o que garantiu o empate da outra equipe.

A única novidade é que no sábado de manhã, depois de uma noite onde meu pau ficou escalavrado de tantos sexo, fui acordado pelo telefonema do presidente Marcelo Vinhas.

O cara tava preocupado com um botonista que talvez não jogue o brasileiro. Achei a atitude do Marcelo elogiável pois tb sou assim de querer agradar o mundo. Não estou sendo irônico, mas sim verdadeiro. Parabéns Marcelo por ser um cara legal e preocupado com as questões do futebol de mesa do RS.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Sem armação não dá, não dá mesmo


Conheço torcedor de futebol que venderia mãe, mulher, amante, filha e o caraleo a quatro por um bom meia de articulação. E olha, meu camarada, que o esporte bretão tem onze figuras dentro de campo e a posse de bola é eterna.

Imagina agora a importãncia do armador no basquete. O cara tem 24 segundos (número favorito do Rafael Lima) para organizar a jogada e converter a cesta. Pois esse jogador qualificado, jogadora no caso, passa longe, mas bem longe da seleção brasileira de basquete feminino.

Helen (com quase noventa anos) e Adrianinha são lamentáveis. A palavra é essa mesma. Só consegui assistir o segundo tempo da partida de estreia contra a Coreia do Sul e vos digo, não sei se perderei meu tempo vendo o time em quadra novamente.

O Brasil teve uma única jogadora Erika (melhor pontuadora, maior reboteira, maior número de assistência, só falta beijar bem e ter um boquete do nível do Pirênio, se bem que isso é impossível). A Palmira, jogadora desconhecida pra mim, atuou muito bem também.

Mas aí entra a mão do tal Colinas (treinador espanhol). No Brasil não dá certo essa cultura de revezar toda a hora o time. E ele deixou dupla Adrianinha e Helen no final do jogo e deixou a Palmira e a Iziane no banco. Bem feito, as duas foranm decisivas para a derrota.

Faltando dois minutos o Brasil liderava por três e organizou um contra ataque perfeito, quer dizer quase, pois a Helen deixou uma bola escapar que o Fosqueira com uma taça de vinho na mão pegaria. Depois arriscou duas cestas de três ridículas e apertou a Érika em uma jogada onde a pivô foi obrigada a arremesar marcada por três coreanas pois o cronômetro estava estourando.

Mesmo assim, o Brasil vencia faltando trinta segundos e com a bola na mão. Aí apareceu todo o talendo da Adrianinha. Ela botou a bola embaixo do braço até se apertar e ter que dar uma passe arriscado faltado três segundos com a posse da criança.

Resultado, meu camarada, roubo de bola e bandeja das coreanas. O Brasil tinha seis segundos. A seleção asiética fez a falta permitida e faltavam agora dois segundos.

Aí a Helen que não é boba nem nada pensou: piça que eu vou deixar a honra de ser a maior embuxadora do jogo pra Adrianinha, vou fazer a minha cagadinha final e fez. Ela conseguiu errar o passe no fundo bola (no ataque) pra Érica e o Brasil nem arremesar conseguiu.

E dizer que um dia eu pensei que a Helen ia ser do nível da Paula. Tudo bem já pensei que o Cláudio Pitbull fosse o novo Edmundo e que o Leon ia ganhar o Estadual e a Taça RS antes de completar cinquenta anos.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Em busca do tri e do bi


Nessa semana começam dois campeonatos mundiais: basquete feminino (23) e vôlei masculino (25).O Brasil está nas duas trincheiras.

Em 94, assisti completamente bêbado o Brasil superar o China e conquistar o mundial de basquete feminino. Que time. Hortência e Paula eram geniais, pena que tiveram parceria só no final da carreira. Janete, Marta e Alessandra completavam o timaço que dois anos depois seria medalha de prata nos jogos olímpicos.

Por mais absurdo que possa parecer, Alessandra ainda é uma das pivôs da seleção. Time capenga e sem chance alguma de título. Mas como bom sofredor, vou torcer para a individualista e muitas vezes inúltil Iziane resolver os jogos e o Brasil supreender no campeonato.

Estamos em um grupo onde podemos vencer os três jogos. Espanha e Coréia serão adversários complicados e socaremos a Tunísia sem dó. O campeonato acontece na República Tcheca. Título impossível, mas sonhar não custa nada já diria o Pirênio antes de jogar contra o Alex Degani.

O tri pode vir com os comandados de Bernadinho. E seria tri mesmo, pois o Brasil é o atual bicampeão (2002 e 2006). Um time renovado, mas muito bom. Os adversários são muitos. Itália (não é a mesma de antes, porém joga em casa), Sérvia, Polônia, Estados Unidos, Cuba e Bulgária.

Mas no vôlei masculino Brasil é Brasil e confio no título, apesar das dificuldades e do regulamento feito por algum dirigente pernambucano certamente.

São 24 times divididos em seis grupos de 4. classifica três. Depois são seis triangulares e saem dois. Os doze serão espalhados em quatro grupos de três novamente. O vencedor vai para a semi final, ufa. Daí teremos em confrontos eliminatórios o campeão do mundo.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Medo e Expectativa


Odone, via David Coimbra no Bate Bola, da TVCOM, anuncia a Traffic como possível parceira do Grêmio. O deputado faz, ou fazia, parte do grupo do Guerreiro. Aquele filho da puta que quebrou o nosso time ao lado do maior ladrão que já habitou o estádio olímpico: Otávio Germano Filho. Esse vai ser preso tenho certeza no esquema Detran e tomara que ao lado de outros nomes que mamaram no tricolor como o Flávio Vaz Neto, por exemplo.

Voltando a parceria, tomara que dê certo, mas o insucesso, fora de campo diga-se de passagem, com a ISL nos deixa a todos com muitos medos e incertezas. Junto a essa notícia vem a construção da Arena. Também possuo um misto de orgulho e aprensão ao ler essa notícia.

Fontes garantem que não havia outra solução pois o Olímpico está com os dias contados. Mas o volume de dinheiro envolvido me deixa preocupado e com receio do futuro.

Não sou fã ou mesmo admirador de Paulo Odone. Minha relação inexiste com ele, a não ser pelo fato do filho dele ser freelancer dos Cadernos Especiais do JC cujo a minha ex-namorada é sub editora.

Ah, já ia esquecendo entrevistei ele algumas vezes. Uma delas ficou viva na minha memória. Um domingo qualquer de 2001. Recém pmedebistas históricos haviam rompido com a legenda e migrado para o PPS, entre ele Paulo Odone. Fui cobrir para a RBSTV Uruguaiana a entrevista do Antônio Britto na sede local do partido.

Paulo Odone foi falar. Por três vezes ele trocou PPS por PSB até ser corrigido pelo ex-governador e baluarte do neoliberalismo.

Prestando atenção em outras entrevistas do Odone, eu notei que isso é quase uma marca dele: trocar nomes de pessoas, lugares ou siglas partidárias.

Em 2005, esse cara pegou um Grêmio quebrado. No jogo contra o Caxias, primeiro da temporada daquele ano, eu fui sem rádio. Sério, não reconheci cinco dos jogadores que estavam em campo.

Paulo Odone saiu com vice campeonatos na libertadores e no brasileiro. Ótima administração. Dois nomes se consagraram nesses quatro anos.

Rodrigo Caetano virou unaminidade entre os gremistas. Não posso falar pelo trabalho interno dele pois não acompanhava e tudo o que eu escrever é chute, mas falarei sobre revelação de jogadores.

Lucas, Carlos Eduardo e Douglas Costa forraram os bolsos azuis. Todos já dormitavam no olímpico quando da chegada do ex meia aos domínios tricolores. Matione e Cássio idem. Hoje, começamos a assistir ao trabalho do Rodrigo dar frutos aos cofres gremistas. Até agora nada vezes nada, pois Réver foi descoberto no interior de SP por Paulo Pelaipe.

Paulo Pelaipe um escroque de marca maior. O líder deles, talvez. Mas sem sombra de dúvida um grande vice de futebol. Descobriu jogadores e teve excelente índice de acertos nas contratações. Poderia estar preso, mas está solto e ainda pode ocupar alto cargo diretivo.

Pelo que fez dentro das cercanias do olímpico merece. Se bem que no Internacional seria melhor recebido pois lá campeia a tempos a desonestidade e a total falta de importância aos valores éticos.

Em suma, o Grêmio pode ser catalpultado as alturas ou enterrar-se definitivamente. Esperamos todos que seja a primeira opção.

domingo, 19 de setembro de 2010

sou muito otário


Sempre fui um baita de trouxa, mas ontem me superei. Fiz o sábado perfeito: joguei futebol com os camaradas, depois assisti um puta jogo entre Cruzeiro e Botafogo, jantei no fornão em função do aniversário da minha tia. Depois vi o filme Coração Louco (dvd) com o mestre Jeff Bridges.

Ainda revi outro filme, desta vez na TV: Golpe Perfeito. É sobre um lutador de boxe que tem a missão ingrata de derrubar dez oponentes no período de 24h. E por fim, começei a ver os jogos da Davis onde o Brasil consolidaria a vaga para o Grupo Mundial depois de tanto tempo.

Nem preciso falar sobre o desenrolar dessa história e eu ali pateticamente aguentando sem dormir até o último ponto do tenista indiano.

Sou um otário mesmo em ainda creditar no tênis brasileiro.

Que saudade do Fernando Roese, do Luiz Mattar, do Jaime que conseguiam na raça vencer adversário com ranking muito superior. Hoje, infelizmente, acontece o contrário!!